segunda-feira, 29 de novembro de 2010
da série das razões
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Composizione per tre voci
terça-feira, 23 de novembro de 2010
quer saber
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
lista de compras
sexta-feira, 16 de julho de 2010
da incomunicabilidade I
lançamento
Caros "leitores" (por mais irônico que seja tratá-los assim neste blog),
Tenho o prazer de convidá-los para o o lançamento do meu segundo livro de poemas, você não lê, que sairá pela editora oficina raquel junto com as medicinas, de sebastião edson macedo.
A noite de autógrafos ocorrerá no dia 20 de julho, terça-feira, no Bar Luis, a partir das 19h.
Bar Luis:
Rua da Carioca, 39 • Centro • Rio de Janeiro.
Junto com o livro, sairá o cd lida, com leituras de alguns poemas do livro por Ronaldo Lima Lins, Cinda Gonda, Sebastião Edson Macedo, João Pedro Fagerlande, Manuela Berardo, PH Wolf, Jimmy Charles Mendes, Rafael Lemos e Rayssa Galvão. Participaram também, no violão: Gabriel Otoni e Rodrigo Pastore, baixo: Rodrigo Pastore, flautas: Arthur Souza e Sebastião Edson Macedo, sanfona: Fred Michael Tkotz. o Rodrigo e o Gabriel foram os produtores.
Confira algumas faixas no www.myspace.com/pastorejulia.
quarta-feira, 14 de julho de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010
pensava no carrinho de rolimã
sabemos de cor a auréola das horas
quinta-feira, 3 de junho de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
empresta-me, Jimmy Charles?
Não há sol, nem mar.
Nem mesmo a fome que não importava,
sequer a imagem que exagerava
em duplicar a mente.
As mãos...Sim, as mãos
continuavam atadas
esperando sorrateiramente
o atravancar de meus sonhos.
O só é contínuo,
pois o artista é ingênuo
e sua obra, desnuda.
Tempos se passam,
passam-se as vidas,
mas a lida do poeta
é sentida, rosnada
e enterrada num intenso blefe
de ser por todo sempre
apenas um sofá.
(agosto 2006)- - Jimmy Charles Mendes
as coisas e as palavras
deixa que eu leio a minha vida
já que os versos me fogem à autoria.
se são dores e mágoas, julgamentos e ataques, se assim lê,
ok, são meus, usarei-os se quiser.
não há regra para o meu vi(ver)
-sejar
não há regra para eu pensar
a mesquinharia consigo que é uma escrita de benfazer.
esta poesia de merda me rende mais que anúncios
me alivia a ânsia por respostas
e eu não encontro.
esta poesia de merda permite que tu te leias
és lido pelo poema, compreendes?
por isso não lês.
quarta-feira, 31 de março de 2010
escrevendo menos
meu bem
justificável pelas disciplinas obrigatórias
pela intensidade do pulso
pelas certezas correntes a ir e vir
pela cor violácea do crepúsculo
pela trilha sonora do movimento três
pelas intempéries do fim de março
(há quem diga ainda que minha escrita é misteriosa, cifrada)
imagina...
menos em volume,
mas uma coisa estranha aconteceu.
recebi a notícia da morte de uma pessoa,
e esbarrei com ela no mês seguinte
era ela mesma.
percebi que alguém se enganou antes de me assustar.
quinta-feira, 4 de março de 2010
fico mais jovem com os cabelos escuros
com as unhas da cor da moda
usando vestidinhos cor de rosa.
fico mais jovem de mãos dadas
com a voz mais aguda
ansiosa pra ele chegar.
fico mais jovem no fim de semana
e durante a semana toda
se acordo no ombro dele.
fico mais jovem e a jovialidade me basta
mais que um poema-katana
mais que qualquer teogonia sórdida
mais que saber que a arte é
sem função pré-determinada
a jovialidade me basta e eu comungo disso em vez
de escrever um poema.
voltei a estudar violão.
larguei os livros de filosofia.
estou de férias até 29 de março.
faço aniversário segunda-feira.
vou fazer uma festinha no domingo.
escrever atrai mulheres...
de fato.
mulheres, queridas, não se atraiam por mim.
não enquanto eu estiver no colo dele.
amigos, queridos, tragam um fuminho aqui pra casa.
vou fazer um rango vegetariano.
vou fazer uma caipirinha.
aqui na minha casa em que habitam pessoas de verdade.
com corações de verdade.
que escrevem e pintam nas paredes.
que fumam seus cigarros (e os meus).
que riem quando cai um pedaço do reboco do teto (é a vida).
todo o trauma da vida não é maior que não ter amado, não ter sido amado.
e, aqui na minha casa, de verdade, ama-se.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
baixada
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
no verso do cupom fiscal
pedir um abuso, coisa de companheiro
falar mais baixo, deixar que nos leve a brisa da voz
acordar amanhã de manhã e ver como a luz do sol nos acaricia e renova
estar preparados para o gande amor que nos ressuscita
deixar o verso sair assim, como aconteceu
observar o que nos cerca sem conclusão, só observar
viver a dimensão de cada dia
viver as dimensões de si
confesso
sorrir e cantar como bahia
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
formspring.me
sábado, 30 de janeiro de 2010
apenas isso
quarenta anos
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
anunciação
